Cirurgia íntima feminina evolui com uso de laser e deixa de exigir internação hospitalar
Avanços da medicina transformam procedimentos íntimos e ampliam o acesso ao cuidado com a saúde da mulher, explica a ginecologista Lisieux Nóbrega, pioneira no Rio Grande do Norte desde 2018 e criadora da técnica Ninfoplastia HI
A cirurgia íntima feminina, por muito tempo cercada por tabus e desinformação, passa por uma transformação impulsionada pelos avanços da medicina. Procedimentos que antes exigiam estrutura hospitalar, anestesia geral e recuperação prolongada hoje já podem ser realizados com técnicas menos invasivas, com anestesia local e retorno mais rápido às atividades.
Esse novo cenário está diretamente ligado ao uso do laser de CO₂ e à evolução da ginecologia regenerativa, que ampliaram as possibilidades terapêuticas e passaram a priorizar não apenas a estética, mas principalmente a funcionalidade, o conforto e a qualidade de vida da mulher.
De acordo com a ginecologista Lisieux Nóbrega, muitas queixas historicamente negligenciadas começaram a ganhar espaço na prática médica. Durante anos, dores, desconfortos e limitações foram tratados como algo natural. Hoje, a saúde íntima é compreendida como parte essencial da saúde global da mulher, afirma.
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