Rio Grande do Norte inicia campanha de declaração de rebanhos; prazo vai até 31 de maio
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Foto: Divulgação

A primeira etapa da campanha de declaração de rebanhos no Rio Grande do Norte está em andamento. Os produtores rurais têm até o dia 31 de maio para regularizar a situação dos seus animais de produção junto aos órgãos estaduais competentes, e o alerta é para que ninguém deixe o prazo passar.

A obrigatoriedade vale para todos os animais de produção — bovinos, caprinos, ovinos, suínos e demais espécies de criação comercial. O procedimento pode ser realizado nos escritórios do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Rio Grande do Norte (Idiarn), da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) ou da Secretaria Municipal de Agricultura de cada município.

O secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Pesca, Guilherme Saldanha, destacou a importância da adesão dos produtores à campanha. “A declaração de rebanho é fundamental para mantermos o controle sanitário animal no estado, garantir a rastreabilidade e fortalecer a defesa agropecuária do Rio Grande do Norte.”, afirmou o secretário.

Quem não realizar a declaração dentro do prazo receberá notificação formal dos órgãos fiscalizadores e ficará impedido de movimentar seus animais. Além disso, o produtor inadimplente perde o acesso a benefícios bancários e fica excluído de programas de incentivo oferecidos por órgãos públicos — restrições que podem comprometer diretamente a atividade produtiva e o acesso ao crédito rural.

A campanha também tem peso sanitário. O Rio Grande do Norte detém o reconhecimento de zona livre da febre aftosa sem vacinação, condição conquistada ao longo de anos e que depende diretamente da rastreabilidade e do controle dos rebanhos. A declaração periódica dos animais é um dos pilares desse sistema de vigilância, e a participação dos produtores é fundamental para manter esse status, que valoriza a produção potiguar e abre portas para mercados mais exigentes.

Mais informações podem ser obtidas nos escritórios do Idiarn, da Emater ou na Secretaria Municipal de Agricultura de cada cidade.

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