Ação de improbidade pede suspensão dos direitos políticos de Valtinho Monteiro, presidente do MDB de Serra de São Bento
No momento, você está visualizando Ação de improbidade pede suspensão dos direitos políticos de Valtinho Monteiro, presidente do MDB de Serra de São Bento
Foto: reprodução

Uma ação de improbidade administrativa protocolada no Poder Judiciário do Rio Grande do Norte pede a suspensão dos direitos políticos de Valtinho Monteiro, presidente do MDB em Serra de São Bento. A ação também pede a proibição de contratar com o poder público por até 14 anos.

De acordo com as informações apuradas pelo Blog do RR e com o que está disponível no processo judicial nº 0800974-28.2026.8.20.5153, Francisco Erivaldo da Silva Monteiro, conhecido como Valtinho, presidente do MDB em Serra de São Bento e dirigente do IGRN, é alvo de suspeitas dos órgãos de controle envolvendo recursos públicos administrados pelo instituto.

Serra de São Bento aparece como vítima e autora das providências: identificou os indícios, suspendeu os repasses e levou o caso à Justiça. Caso seja condenado por enriquecimento ilícito, Valtinho poderá ter os direitos políticos suspensos e ficar proibido de contratar com a Administração Pública por até 14 anos, além de sofrer multa e ressarcir eventual prejuízo.

Outros municípios, como Natal, Vera Cruz, Major Sales, Areia Branca e Maxaranguape, também já foram acionados para prestar esclarecimentos sobre eventuais irregularidades.

Ainda de acordo com o Blog do RR, documentos bancários apontam R$ 70 mil transferidos para a Estação Service, empresa da qual Valtinho é sócio-administrador, e outros R$ 30 mil destinados à empresa do diretor financeiro do IGRN. A ação de improbidade questiona a ausência de documentação suficiente para justificar os pagamentos e relata o cancelamento de nota fiscal após o recebimento do dinheiro público.

O instituto também aparece como reclamado em processos trabalhistas, aumentando a pressão por uma auditoria ampla sobre sua gestão financeira e suas obrigações com os trabalhadores.

De acordo com as informações, a CGU, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e o Ministério Público Estadual foram acionados por meio de representações e passaram a integrar as investigações.

Deixe um comentário