Especialização em Tecnologias Sociais, Inovação e Práticas Sustentáveis em Agroecologia na UFERSA abre 40 vagas para beneficiários da reforma agrária

A especialização em Tecnologias Sociais, Inovação e Práticas Sustentáveis em Agroecologia, uma pós-graduação lato sensu executada em parceria entre o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) e a Fundação Guimarães Duque (FGD) abriu edital relativo ao processo seletivo simplificado para o ingresso de 40 discentes no curso. 

As vagas disponibilizadas são reservadas aos cidadãos oriundos de famílias beneficiárias da reforma agrária dentro do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), além de professores, educadores e profissionais de assistência técnica em extensão rural que exerçam atividades profissionais voltadas aos beneficiários com cadastro ativo no Incra, incluindo servidores da autarquia. 

Os candidatos selecionados farão jus a uma bolsa de 400 reais ao longo de 22 meses, além da garantia de hospedagem e de subsídio para a alimentação no campus da UFERSA durante as atividades presenciais. O percurso formativo é voltado para a dinâmica local, incluindo projetos que visam a produção utilizando fontes alternativas de recursos hídricos.

A seleção será simplificada e realizada inicialmente em etapas virtuais. O primeiro passo é o envio de um e-mail para o endereço tsipsa.agroecologia@ufersa.edu.br até o próximo dia 6 de agosto. A mensagem deve conter arquivos digitais no formato PDF com o diploma de conclusão de curso superior reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) em qualquer área do conhecimento, incluindo também a cópia do histórico escolar. 

Além dos comprovantes de formação, é solicitada a carta de intenções, que está disponível em modelo publicado no edital, cujo arquivo traz ainda a relação completa da documentação necessária. Tanto os beneficiários quanto os profissionais da educação deverão comprovar o vínculo com a reforma agrária. 

20% das vagas fornecidas são reservadas para grupos em vulnerabilidade social, como pessoas com deficiência, negras, indígenas, quilombolas, trans (transexuais, transgêneros e travestis), refugiadas e solicitantes de refúgio. Conforme o edital, o período provável para o início do curso é no início do mês de setembro, com o resultado final sendo projetado para o dia 21 de agosto. Os eventuais ajustes serão comunicados aos candidatos no site da FGD

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