TRT-RN determina pelo menos 40% de atividades essenciais em greve de caminhoneiros
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Foto: Divulgação/Os representantes dos caminhoneiros e das empresas de transportes de cargas não chegaram a um acordo em audiência no Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) para evitar a greve da categoria, prevista para a segunda-feira (25). A audiência realizada na manhã desta quinta-feira (21) foi presidida pela vice-presidente do TRT-RN, desembargadora Isaura Maria Barbalho Simonetti, que destacou a necessidade de o movimento grevista obedecer à legislação aplicável às paralisações em atividades essenciais, como o transporte rodoviário de cargas. Ficou determinado que deverá ser mantida “a continuidade das atividades, no percentual mínimo de 40%, sem contar o transporte rodoviário de carga viva, insumos hospitalares, medicamentos e oxigênio, que terão trânsito livre", determinou a desembargadora após a negociação entre as partes. Reajuste Inicialmente os empresários propuseram um aumento de 4,11% e os trabalhadores, 16%. Após as negociações, os caminhoneiros aceitaram um reajuste sugerido de 7%, sem prejuízo de discussão em uma outra oportunidade de todas as demais cláusulas coletivas. Entretanto, os representantes das empresas informaram que somente têm condição de avaliar o novo percentual apresentado pelos empregados em um prazo médio de 20 dias, considerando o prazo necessário para mobilizar as empresas de transportes de cargas em assembleia. Diante disso, o sindicato profissional confirmou que está mantida a deflagração da greve na próxima segunda-feira (25.05.2026). Estavam presentes na audiência representantes do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Estado do Rio Grande do Norte (Setcern) e do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Cargas no Estado do Rio Grande do Norte (Sintrocern). A audiência teve a participação do procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho do RN, Antonio Gleydson Gadelha de Moura. O processo é o 0001464-44.2026.5.21.0000 -- Coordenadoria de Comunicação Social - TRT 21ª Região

Os representantes dos caminhoneiros e das empresas de transportes de cargas não chegaram a um acordo em audiência no Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) para evitar a greve da categoria, prevista para a segunda-feira (25).

A audiência realizada na manhã desta quinta-feira (21) foi presidida pela vice-presidente do TRT-RN, desembargadora Isaura Maria Barbalho Simonetti, que destacou a necessidade de o movimento grevista obedecer à legislação aplicável às paralisações em atividades essenciais, como o transporte rodoviário de cargas.

Ficou determinado que deverá ser mantida “a continuidade das atividades, no percentual mínimo de 40%, sem contar o transporte rodoviário de carga viva, insumos hospitalares, medicamentos e oxigênio, que terão trânsito livre”, determinou a desembargadora após a negociação entre as partes.

Reajuste 
Inicialmente os empresários propuseram um aumento de 4,11% e os trabalhadores, 16%. Após as negociações, os caminhoneiros aceitaram um reajuste sugerido de 7%, sem prejuízo de discussão em uma outra oportunidade de todas as demais cláusulas coletivas.

Entretanto, os representantes das empresas informaram que somente têm condição de avaliar o novo percentual apresentado pelos empregados em um prazo médio de 20 dias, considerando o prazo necessário para mobilizar as empresas de transportes de cargas em assembleia.

Diante disso, o sindicato profissional confirmou que está  mantida a deflagração da greve na próxima segunda-feira (25.05.2026).

Estavam presentes na audiência representantes do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Estado do Rio Grande do Norte (Setcern) e do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Cargas no Estado do Rio Grande do Norte (Sintrocern). A audiência teve a participação do procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho do RN, Antonio Gleydson Gadelha de Moura.

O processo é o 0001464-44.2026.5.21.0000–

Fonte- TRT 21ª Região

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