Marcando o encerramento da programação especial da Semana da Mulher 2026, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) realizou, nesta sexta-feira (13/3), a 2ª Feira de Artesanato e Gastronomia do Poder Judiciário potiguar.
O evento aconteceu no 8º andar do edifício-garagem da sede do TJRN e integrou as ações alusivas ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.
A iniciativa foi organizada pelas Secretarias de Administração e de Comunicação Social, com apoio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (CE-Mulher/TJRN), além da parceria de servidores do Fórum Miguel Seabra Fagundes e do Setor Médico.
A atividade foi voltada para magistrados, servidores, estagiários, colaboradores, aposentados e familiares, com o objetivo de promover um momento de confraternização entre os participantes.
Na abertura do evento, a psicóloga do TJRN, Christiane Campos, ressaltou que atividades como a feira contribuem para a qualidade de vida no ambiente de trabalho, além de servir como uma oportunidade dos servidores mostrarem seus talentos. “A gente abre para um momento de convivência, onde o servidor se sente pertencente, onde as trocas podem acontecer, um pode conhecer o que o outro faz. Então tudo isso favorece o bem-estar e a saúde mental dentro da instituição”, explicou.
Durante a feira, foram comercializados diversos produtos, como roupas, artesanato, bijuterias e itens gastronômicos. Entre os expositores estava o servidor Wilton Dantas, do Juizado Especial
do Aeroporto, que levou para o evento produtos derivados do caju, como castanha, doce e mel. “Eu descobri a importância de trazer aos servidores a castanha de caju, um produto de primeira qualidade, todo produzido num dos maiores polos, que é a Serra do Mel, e há três anos que eu, além de servidor, vendo castanha aos servidores da Justiça”, contou.
A secretária judiciária do TJRN, Walteíze Barbosa, destacou a importância da iniciativa para valorizar talentos existentes dentro do próprio Judiciário. “Essa exposição traz eles para serem vistos por nós. Muitas coisas que você poderia estar comprando fora, você compra internamente, fica conhecendo com o que eles trabalham. Então assim, é de suma importância para que a gente conheça o trabalho extrajudicial que os colegas têm e que possa realmente valorizá-los como merecem”.
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