CEME completa 10 anos, supera a marca de 4 mil monitorados e fortalece a execução penal no RN
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Foto: Seap RN

A Central de Monitoramento Eletrônico (CEME) completa 10 anos nesta segunda-feira (16), consolidando-se como referência no acompanhamento do regime semiaberto, das medidas cautelares diversas da prisão e das medidas protetivas de urgência.

Ao longo da última década, a unidade superou a marca de 4 mil monitorados com tornozeleiras eletrônicas, fortalecendo a execução penal e contribuindo para a segurança pública do Rio Grande do Norte.

Um dos dados mais relevantes da CEME é que, ao longo de sua história, não foram registrados casos de feminicídio envolvendo monitoramento ativo por tornozeleira eletrônica vinculada a medidas protetivas de urgência com uso de botão do pânico, resultado que reforça a efetividade da atuação preventiva da unidade.

A CEME firma-se como instrumento pedagógico e fiscalizador, contribuindo para o cumprimento da lei e para a proteção das vítimas.

Criada em 2016, inicialmente instalada na estrutura da Central Integrada de Operações em Segurança Pública (CIOSP), em Candelária, a unidade contava com seis agentes e 600 monitorados do regime semiaberto. Ao longo da última década, a CEME evoluiu estrutural e tecnologicamente. Em 2021, passou a integrar o Complexo de Gestão Operacional do Sistema Penitenciário (CIGOSPEN), no bairro de Neópolis.

A Central acompanha nos dias atuais 4.030 monitorados, a maioria do regime semiaberto, número que demonstra a expansão e a relevância do serviço. A unidade conta com 42 policiais penais, todos com treinamento específico para operar o sistema, que exige capacitação técnica e preparo operacional.

Dois policiais penais, Kátia Maria e Eduardo Routterdan, integram a unidade desde a sua criação, acompanhando toda a evolução da Central e contribuindo diretamente para o fortalecimento do serviço ao longo dessa década.

A CEME realiza acompanhamento 24 horas por dia, com atuação preventiva e resposta rápida às violações. Além do trabalho remoto, os policiais penais atuam na fiscalização in loco, inclusive em operações integradas com outras forças de segurança.

FONTE: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA SEAP/RN.

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